quarta-feira, 4 de setembro de 2019
Santa Muerte: Lançado novo Single
O trio feminino de Thrash/Crossover, Santa Muerte lançou hoje seu novo single "Hipocrisia Never Ends", a musica é totalmente cantada em português, diferente das lançadas no ep de 2017 "Psychollic"
segunda-feira, 2 de setembro de 2019
Opinião: Mudança na musica não é tão trágico assim
Seriam St.Anger e Diabolus in Musica, álbuns injustiçados ?
Artistas sempre passam por mudanças, temos que estar preparados para isso
Eu posso estar cometendo um crime neste exato momento, mas eu terei que bancar o advogado do diabo e defender estes álbuns, é um trabalho sujo mas alguém tem que faze-lo não é mesmo? (risos)
Enfim, sim, eu acredito que Diabolus In Musica, God Hate Us
All e St.Anger (sim estou falando do polemico álbum do Metallica lançado em
2003) são álbuns injustiçados.
Antes de continuar e defende-los eu gostaria dizer que isso
é apenas a minha opinião, que eu mesmo também não estou crendo, pois anos atrás
eu não conseguia ouvir nem uma música inteira do St.Anger e Diabolus In Musica.
Mas hoje eu adoro eles, principalmente o St.Anger, mas isso é tudo uma questão
de gosto, e apenas vou defende-los para que vocês possam dar mais uma chance.
Ok, ambas as bandas tentaram fazer algo novo, mas a questão é “porque?” , para tentar agradar fãs da geração anos 90 (ou como alguns gostam de dizer, se venderam), estavam saturados de tocarem a mesma coisa por uma década inteira, tanto que o Slayer já tinha mostrado mudanças em suas musicas, Show no Mercy (1983) é um álbum mais Speed com influencia de Heavy e Hardcore, Hell Awaits (1985, reparem apenas 2 anos de diferença) já uma mostrava ser uma banda totalmente diferente, mais pesada, com um pé no que se tornaria o death metal, e não precisamos dizer nada sobre o Reign In Blood (1986).
Metallica também já
mostrava diferença, Kill em All (1983) também é um álbum com pegada mais
Speed/Heavy e um pé no Hardcore, mas olhem o Ride The Lightining (1984) e o
Master Of Puppets (1986), já eram álbuns de puro Thrash, And Justice For All
(1988) está longe de tudo o que eles já
fizeram ou teriam feito posteriormente,
é como se fosse um álbum único.
Então a mudança de sonoridade, das duas bandas não é algo
surpreendente, e nos anos de 1990 bandas como Korn, Biohazard, System Of A Down,
Coal Chamber, Slipknot e podemos citar também Pantera, Machine Head e o
Sepultura com o Chaos A.d. e Roots, estavam em uma ascensão descomunal, e
fazendo um estilo que ninguém conhecia, estou falando do Nu Metal, era algo
MUITO
diferente e novo, e teve um enorme BOOM, elas acabaram influenciando
bandas dos anos 1980 de uma certa forma, pois nada me tira da cabeça que as
pessoas mudam, e sempre estão aprendendo algo novo, e que isso foi uma chave
para mais uma mudança no Metallica e no Slayer.
Mas, os fãs mais antigos, não gostaram da ideia, eles
queriam algo igual o que eles ouviam nos anos 80, eles não queriam mudança, e
esse pensamento fez com que criassem a regra “foi bom só até tal ano” ou “só os
N álbuns são bons”, mas porque, seria só pelo fato de nostalgia, ou aquele
sentimento de “por que foi na minha época então é melhor que a atual”, ou
talvez porque algumas pessoas não estão prontas para encararem mudanças.
Aposto que se St.Anger não fosse lançado pelo Metallica ou
sim por qualquer outra banda nova que tivesse surgido na época a reação seria
diferente, talvez seria um álbum detestado apenas por fãs que realmente viveram
os anos 1980, já que muitos deles negam bandas dos anos 1990 citadas acima, o
mesmo pensamento se aplica para o Slayer, na verdade apesar das bandas centrais
aqui serem o Slayer e o Metallica, tudo
isso aplica em outras bandas que tiveram álbuns experimentais ou com influencia
de algo mais moderno, como o
Sepultura, Kreator, Megadeth, Anthrax e etc.
Poxa até o Darkthrone
que começou como Death Metal, passou para o Black Metal e chegou gravar
até
álbuns com sonoridade mais puxada para o Punk.
Então da para ver que ninguém continua sendo o mesmo, sempre
haverá mudanças, em alguns casos adaptações, mas porque o ódio maior é
concentrado mais no Metallica, será pelo fato que foi a banda que mais se
tornou grande, ou pelo fato também de ser uma das bandas que mais atraíram novos
fãs e continua atraindo, é uma duvida que fica no ar, já que eles não foram os únicos
a mudarem a sonoridade de suas músicas, e nem serão os últimos.
Eu gostaria de deixar
essa reflexão não só para bandas que já estão na estrada e lançando álbuns as
vezes mais diferentes ou modernos do que os anteriores, não só em questão de
composição, mas sim também de produção e etc, mas também para as bandas novas
que estão surgindo, pois muitas delas estão fazendo algo novo ou tentando fazer
algo diferente, oque é realmente muito bom, mas muitos não apoiam por causa de
pensamentos mostrados acima.
Murdeath: Novo álbum finalizado e show em Curitiba
A banda paranaense, Murdeath anunciou em nas redes sociais que a o novo álbum "Sacrilégio" está finalizado, e que no dia 14 de setembro antes do lançamento eles irão fazer show em Curitiba, cidade natal da banda.
O show contará com a nova formação da banda, e terá no setlist musicas que a banda não irá mais tocar ao vivo, então para fãs do Murdeath é algo imperdível
O show contará com a nova formação da banda, e terá no setlist musicas que a banda não irá mais tocar ao vivo, então para fãs do Murdeath é algo imperdível
ouça a single Possessão, lançada no final de outubro do ano passado
terça-feira, 27 de agosto de 2019
Resenha: Lusferus-Desolation's Theme
Resenha de Desolation's Theme
um trabalho com potencial para ser reconhecido mundialmente
O álbum foi lançado em 2015 pelo selo nacional Eternal Hatred Records, a composição das musicas, traz um equilíbrio de melodia, peso e a atmosfera do black metal, também é um "cala boca" para aqueles que falam que tanto o Black Metal nacional não contém qualidade, o álbum também traz a estreia do guitarrista e vocais (limpo), Octávio Gelfuso
Eu fico boquiaberto toda vez que ouço Desolation's Theme, e para ser sincero me deixa decepcionado como o Lusferus é pouco conhecido não apenas pelos fãs de black metal, mas sim de metal em geral, eu me arrisco dizer que é uma banda que já merecia estar no mainstream, assim como também arrisco dizer que Desolations's Theme chega ao mesmo nível de "The Samberlain" da saudosa banda sueca Dissection, ou até mesmo "Stormblast" dos noruegueses do Dimmu Borgir.
É difícil escolher uma musica favorita, mas dou destaque para "The Throne", pelo fato de trazer vocais limpos algo que não existia no álbum anterior lançado em 2013, "Black Seeds Ov Obscure Arts", mas também, o responsável por tal feito não era membro da banda na época, outra faixa que também vou dar destaque é "Four Concepts Aligned" que tem como convidado Paolo Bruno, da banda de DSBM Thy Light
Duas faixas são regravações só que em inglês da época das primeiras demos da banda, no caso são "Luciférico Hino" e "Apostasy"
Na minha opinião Desolation's Theme tem tudo para se tornar uma referencia do metal nacional, e realmente é uma pena que muitos não o conhecem
vocês podem ouvi-lo no youtube
quinta-feira, 22 de agosto de 2019
Amazonas: Músicos se pronunciam sobre os caso
Heavy Metal e meio ambiente
já fazem 16 dias que a floresta amazônica está em chamas causando preocupação sobre os problemas que isso pode causar ao meio ambiente. Diante o caso alguns artistas no meio do metal e do punk se manifestaram sobre o ocorrido em suas redes sociais
Jao, o guitarrista da banda Ratos de Porão publicou no stories de seu instagram uma imagem de um vídeo onde um indígena diz "agora eles vieram e puseram fogo na nossa reserva"
Ainda no cenário do metal nacional, Derrick Green, vocalista da banda Sepultura, também pronunciou sobre o caso, mas além de alertar sobre o desmatamento que está ocorrendo na floresta amazônica ele diz que a situação é mais complexa do que as pessoas pensa, que tudo é uma combinação de vários fatores.
"A situação é extremamente complexa e vai além do que podemos imaginar.
Uma combinação de muita coisa são o resultado desse incêndio massivo e a continuação do desmatamento"
Além disso, Derrick também fala sobre os fazendeiros e famílias que vivem nessa área, sobre a demanda do mercado de carne, alertando sobre desperdiço de gado e o contaminação de pessoas e animais.
Ele continua alertando sobre falta de leis que dificultam a proteção do meio ambiente, e, dizendo que muitas companhias escapam de serem acusados de homicídio de animais e povos indígenas. Ele também fala sobre companhias de fast foods e que elas não se importam com as pessoas que vivem nessas áreas.
"Este ciclo vicioso são de oferta e demanda. Essas companhias estão criando ofertas para nossas demandas. A verdadeira mudança virá quando nós pularmos fora da alta demanda. Essas principais companhias de fast food da industria da carne, and empresas de mineração poderiam se importar menos com você ou com as pessoas vivendo lá. Por que darmos a eles nosso dinheiro?". Vocês podem ver o texto completo no instagram de Derrick, junto com imagem sobre manifestação que ocorrerá no Rio de Janeiro.
A banda francesa, Gojira também se pronunciou sobre o desmatamento e a falta de cobertura da mídia.
Na legenda da foto eles escreveram: "A amazônia, o maior florestamento no planeta, os pulmões do mundo criando 20% do oxigenio na terra, está em chamas e queimando nos últimos 16 dias seguidos, com literalmente SEM cobertura da mídia qualquer que seja! Por quê?
O desmatamento no amazonas é preocupante e pode trazer consequências para todos do planeta.
terça-feira, 13 de agosto de 2019
Toxic Holocaust: Ouça nova musica Chemical Warlords
Toxic Holocaust libera musica de novo álbum
O novo trabalho da banda contará com 10 faixas e será lançado pela eOne, no dia 4 de outubro, no formato digital e CD
Confira abaixo a arte de capa e tracklist
![]() |
01-Chemical Warlords
02-Black Out The Code
03-New World Beyond
04-Deafened By The Roar
05-Time´s Edge
06-Primal Future
07-Iron Cage
08-Controlled By Fear
09-Aftermath
10-Cybernetic War
quinta-feira, 9 de maio de 2019
Possessed: Revelations Of Oblivion
Resenha Possessed Revelations of Oblivion
Valeu a pena a espera
Eu não consigo descrever a alegria de ver que o Possessed lançou um novo, álbum, demorou 33 anos desde "Beyond The Gates" (1986), mas eles fizeram, confesso que eu estava com medo, já que o único membro original da banda Jeff Becerra, fiquei com pé atrás já que não temos mais nas guitarras Larry LaLonde e Mike Torrao, achei realmente que fosse me decepcionar devido o histórico de varias bandas de Thrash e Death Metal do passado terem dados vacilos nos álbuns atuais, mas não foi o caso do Possessed.
Lançado pela Nuclear Blast, e com produção do próprio Jeff Becerra e co-produção de Daniel Gonzales, "Revelations of Oblivion" veio para mostrar que Possessed se mantém fiel a sua sonoridade, com composições pesadas, rápidas, e também com uma mixagem que está impecável, créditos para Peter Tagtgren (Hypocrisy). Os vocais de Jeff está o mesmo de "Seven Churches", me surpreendeu como a voz dele está intacta depois de tantos anos. Outro membro que merece destaque é o baterista Emilio Marquez com um pedal duplo veloz e viradas com aquele famigerado "agudinho" que conheçamos de álbuns como "Schizophrenia" (Sepultura) ou Pleasure to Kill (Kreator).
Vou dar destaques para as faixas "No More Room in Hell" "Demon" "The World" e "Omen", está ultima o qual se mostrou uma composição mais elaborada, com um refrão mais desacelerado, e uma introdução que conta com uma espécie de coro ou um teclado, se duvidar ambos, algo que até então não existia nas musicas do Possessed. Algumas outras musicas também trazem riffs com elementos que tem influencia daquele metal extremo que foram surgindo depois do Possessed.
O álbum tem potencia de se tornar um clássico, uma referencia do metal extremo, e também é um grande dedo no meio para aqueles que torceram o nariz falando que a banda já era pelo fato do Jeff estar em uma cadeiras de roda
quinta-feira, 2 de maio de 2019
ChromeSkull: Resenha Deads Shall Raise
Ep veloz e rude
ChromeSkull lançou no dia 23 de abril “Deads Shall Rise”,
seu EP de estreia, foi gravado e produzido pelo estúdio Tyranossom, a formação
é Carlos Leonello guitarra e vocal, Doug Zukerman no baixo, e Kayke Lima na
bateria. Mas uma semana antes da estreia do EP a banda adicional mais um
guitarrista Arthur “Spido” Benitez.
O EP traz uma sonoridade mais puxada para Speed Metal, você pode
sentir muita influencia de Skull Fist, e também de Slayer na fase “Show No
Mercy”. A primeira faixa traz uma introdução simples, mas com energia. Todas as
musicas restantes são executadas de uma forma Crua e rápida. A faixa de encerramento “Fast ‘N’ Rude” foi a que mais me agradou, não desmerecendo as outras, mas ela tem tudo que eu gosto, grito agudo, riff rápido que depois se torna uma palhetada mais ritmada, ela é como ouvir um faixa do “Kill ‘Em’ All”, o único defeito, ela é muito curta para ser apreciada. Vou dar destaque para o
vocal de Carlos que é visceral e nervoso, realmente Chromeskull está de parabéns com esse EP,
os fãs de Speed Metal não irão se decepcionar.
terça-feira, 30 de abril de 2019
Cirrhosis: Álcool e Death Metal
Minas Gerais é conhecido por ser o estado do Death Metal, ficou conhecida por trazer ao mundo bandas como Sepultura, Sarcofago, Sextrash e Holocausto, mas essas não são as únicas bandas que se encontra no estado, nos anos de 1990 varias bandas ganharam vida, e hoje vamos falar de uma delas, a Cirrhosis.
![]() |
| Logo |
Cirrhosis é uma banda de Death Metal que foi formada em 1988
em Minas Gerais na cidade de Uberlândia. Os fundadores foram Rodrigo “Branca de
neve” na guitarra, Ritichie Santiago na Bateria e pelo já conhecido Wagner “Antichrist”,
sim o vocalista do Sarcófago, na guitarra e vocais. Totalmente chapados eles
formaram Cirrhosis, existe um boato que o baixista da época era um “Homem invisível”
que eles criaram em suas mentes.Wagner deixou a banda ainda em 1988 para voltar com o
Sarcófago.
![]() |
| Cirrhosis na formação do "Alcoholic Death Noise" |
A banda já passou por varias formações nunca teve uma formação
sólida, por vários motivos foram entrando e saindo membros. Foi oque disse
Juarez, Baixista e Vocalista da banda. A formação que mais se consolidou e
colheu frutos foi a que se encontra no álbum lançando em 2002 “Alcoholic Death
Noise”. Os membros eram Juarez Tavora Baixo (também conhecido pela banda
Scourge) e Vocal, Fernando Alencar na Bateria, Henrique e Marcos nas guitarras.
Cirhossis já tocou com bandas brasileiras como Death Slam, Leprosy, Spiritual
Carnage e Terror Revolucionário
![]() |
| Encarte do LP "Alcohol Rules" |
A discografia da banda conta com
demos como “Ritual Of Penetration” (1989), “Alcoholic Death” e “Beyond The
Slavery of Sin...”, um Split com outra banda mineira de Death Metal, Lou Cyfer
(1991), o primeiro LP da banda “Alcohol Rules”(1990) , e dois álbuns “Alcoholic
Death Noise” (2002) e “Drinks From Hell” (2008), a maioria foram lançadas pelo conhecido
selo “Cogumelo Records” que dispensa apresentação
Por motivo desconhecidos a banda
ficou inativa por um tempo, até este ano de 2019 quando Juarez decidiu retornar
as atividades como um power-trio, trazendo dois novos membros Roberto Carvalho
na bateria e Mateus na guitarra. Juarez disse que pretende fazer vários shows
com Chrissosis este ano, e talvez no ano que vem os fãs de death metal podem
ser presenteados com um álbum novo.
![]() |
| Mateus, Juarez e Roberto |
"Alcoholic Rules" um dos mais importantes lançamento da banda.
segunda-feira, 29 de abril de 2019
Nuclear Assault 26/04 Sesc Belenzinho
Chato, parado, sem energia alguma, e decepcionante. Bom
essas são palavras que não se encaixam na descrição de um show do Nuclear
Assault. Muito pelo contrario o quarteto oitentista mostrou para o publico
paulista como se faz um show de Thrash Metal.
A ultima apresentação
da banda no Brasil foi em 2015 ao lado dos speedeiros canadenses do Exciter. E
na ultima sexta feira (26) no Sesc Belenzinho
os norte americanos do Nuclear Assault mostraram que valeu a pena espera
para os fãs poderem ver pela primeira vez e também para outros reverem o
espetáculo. Mas a formação estava um
pouco diferente do ultimo, o baterista presente foi Nicholas Barker (Ancient),
ele começou a se apresentar com Conelly e sua turma no ano de 2016.
Com uma setlist contendo quase na
integra o clássico álbum “Game Over” (1986) Nuclear Assault fez o sesc tremer,
abrindo com “Rise from the ashes” (Survive 1988) que foi seguida por
“Brainswashed”, o público não perdeu tempo o mosh se abriu e os stages dives
começaram com um direito de me acertarem com o pé bem no meio da cara. Como
sempre acontece em um show de Thrash Metal, gritos contra atual presidente
foram feitos e o baixista Dan Lilker deu corda para o coro.
O espetáculo não parava um clássico atrás de clássico, mas o
ápice mesmo foi na sequencia de musicas do álbum “Handle With Care” (1989) “New
Song” e “Critical Mass”, e do EP “The Plague”
(1986) “Game Over” e “Butt Fuck”.
A única musica fora desses álbuns foi “Analog man” (Pounder
2015) este foi o único momento em que o publico deu uma alcamada, mas uma
sequencia com as musicas mais curtas dos set levaram o mosh a outro nível,
estou falando de “My America” “Hang The Pope” e “Lesbians” (Game Over 1986). O
show foi encerrado com a musica “Trails of Tears” também do álbum “Handle With Care”, com
aquela dedilhada melancólica para encerramento, deixando os fãs com aquele
triste sentimento “como assim já acabou, foi tão rápido”. Infelizmente tudo que
é bom dura pouco. Com apenas uma hora de show Nuclear Assault mostrou como
executar um show de Thrash Metal e o publico paulista mostrou que espirito do
Thrash oitentista ainda vive com stage dive e mosh durante todo o show
Setlist:
Assinar:
Comentários (Atom)















